Blog feito para serem postados trabalhos escolares pertencentes a Flávia Vitória, Jordana Araújo, Pamela Araújo e Renata Silva, do 7º ano B, do Colégio Salesiano Dom Bosco, Parnamirim - RN
quinta-feira, 16 de maio de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Mali - História

Mali
A
República do Mali, ou somente Mali se localiza no noroeste da África, tendo
1.240.142 km² de área. Sua capital é Bamaco, a maior cidade do Mali, que
localiza-se nas margens do rio Níger. Quem nasce lá é chamado Malinês. O país
não possui saída para o mar e é o sétimo maior país da África. Limita-se com
sete países, a norte pela Argélia, a leste pelo Níger, a oeste pela Mauritânia
e Senegal e ao sul pela Costa do Marfim, Guiné e Burkina Faso.
Antigamente,
o Mali foi sede de três grandes impérios da África Ocidental, que controlavam o
comércio do Sal, Ouro e Marfim. O primeiro dos impérios, foi o Gana, fundado
pelo povo Soninke. O reino foi expandido na África Ocidental desde o século
XIII, até 1078, quando foi conquistado pelos Almorávidas.
Então,
formou-se o império Mali, chegando a sua força máxima no século XIV. O reino entrou em declínio e, depois, foi resultado de
conflitos internos, e até ser substituído pelo Império Songhai.
Dominada
pela França no final do século XIX, entre 1881 a 1895, a área tornou-se colônia
francesa em 1904, passando a denominar-se Sudão Francês, em 1920.
A colônia do Mali, foi objeto de exploração econômica, acompanhada pelo
uso de trabalho e recrutamento forçado. Foi colonizado pela França até depois
da Segunda Guerra Mundial. Finalmente, após a França deixar o Mali, eles
deixaram o país escasso, deixando poucas escolas, poucas estradas, saúde
precária, etc.
Em 1946, foi formada a Bamako Rally Democrático Africano (RDA), que
liderou a luta pela independência na África Ocidental.
Em 1956, o Sudão francês ganhou a sua independência e
se tornou interno, dois anos depois, uma república dentro da Comunidade
Francesa. Em 17 de janeiro de 1959, ele se juntou Senegal para formar a
Federação do Mali, que proclamou a independência em 20 de Junho de 1960.
A economia do Mali se concentra basicamente na
agricultura e pesca e o país em si está entre os mais pobres do mundo.
O Mali é muito dependente da ajuda externa e a sua
economia é vulnerável às flutuações dos preços do algodão nos mercados
mundiais, a sua exportação principal. Em 1997, o governo
presseguiu a implementação bem sucedida de um programa de ajustamentos
estruturais da economia, recomendado pelo FMI, que tem ajudado a
economia a crescer, diversificar-se e atrair investimento estrangeiro. A adesão
do Mali às reformas econômicas e uma desvalorização de 50% do franco africano em Janeiro de 1994 fizeram aumentar
o crescimento econômico. Várias empresas multinacionais aumentaram as operações
de mineração de ouro no período entre 1996 e 1998 e o governo prevê
que o Mali se torne num dos principais exportadores de ouro sub-saarianos nos
próximos anos.
A partir dessa pesquisa, podemos concluir que o Mali
passou por muitas dificuldades, como consequência a uma colonização conturbada,
de países interessados apenas nas riquezas naturais que o Mali possuía. Começou
uma exploração excessiva, e o dinheiro que conseguiam a partir disso sempre ia
para o país colonizador, no caso, a França. O país se tornou pobre desse jeito,
porque sua riqueza se concentrava nas mãos da França.
terça-feira, 26 de março de 2013
Rio Pitimbú
O rio Pitimbú é um rio localizado no litoral do Rio Grande do Norte. Sua nascente é no município de Macaíba, corta o bairro do Pitimbú e deságua na Lagoa do Jiqui, em Parnamirim.
Ele possui uma área de 128,76 km. Ao chegar na Lagoa do Jiqui, ele passa por uma estação de captação e tratamento que retira as impurezas da água vindas do rio.Depois de tratada, essa água é utilizada para o abastecimento de Natal.
Segundo Câmara Cascudo, o nome rio Pitimbú é encontrado em documentos do século XVII, porém, no final do século o rio passou a chamar Guaramime, nome que não durou muito.
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| Lagoa do Jiqui, local onde deságua o rio. |
O rio Pitimbú antigamente
Antigamente, o rio era diferente de hoje. Antes não havia tanto lixo para ser descartado, e a maioria do que havia, era lixo orgânico, ou seja, iria se decompôr. Com isso, as pessoas não jogavam tanto lixo no rio, e quem jogava, era mais por maldade ou brincadeira.
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| Rio Pitimbú antigamente. |
O rio, além de ter pouco lixo, possuia bastante peixes e jacarés de pequeno porte, e muitas crianças brincavam por lá. Ele era bastante visitado, mas a população começou a poluí-lo e o rio foi completamente modificado.
O rio Pitimbú hoje
Hoje em dia, o rio está totalmente mudado. Está poluído, com todo tipo de lixo, desde garrafas pet, até pneus, objetos que demoram muitos anos para se degradar.
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| Rio Pitimbú atualmente. |
Graças ao homem, que interferiu em vários fatores, o rio está nesse estado. Alguns desses fatores são: o despejo de esgotos domésticos, de lixo, tanto doméstico, como até hospitalar, porque alguns hospitais acham mais barato se livrar desse tipo de lixo assim, a especulação imobiliária, e a exploração em geral.
Análise da água
A equipe do projeto 'A Mata Atlântica é aqui' realizou uma coleta da água desse rio. De acordo com a metodologia utilizada, a água do rio é considerada regular.
Opinião do grupo
Nossa opinião é que a gente gostaria de voltar no passado, para conhecer como foi essa época em que o rio Pitimbú era limpo. Gostaríamos de ter sido algumas daquelas crianças que brincavam nesse rio.
O homem está poluindo e degradando muito o rio que praticamente abastece Natal, porque 30% de Natal é abastecida dessa água, e os outros 70%, também utiliza essa mesma água para diluir a água dos lençóis freáticos, pois a mesma está com um índice alto de Nitrato, coisa que não pode ser retirada da água.
Devemos preservar o rio, porque a água é o nosso maior bem.
Fontes:
Foram utilizadas várias fontes, e a partir de lá tiramos nossa opinião. As principais fontes utilizadas foram:
http://afaunanatal.wordpress.com/2011/04/13/rio-pitimbu-idema-aponta-danos-ambientais/
Postado por: Flávia, Pamela e Renata
Bacia Amazônica
Bacia Amazônica
A bacia amazônica é formada por muitos rios, sendo eles o rio Amazonas, Negro, Solimões, Xingu, Madeira, Tocantins, Japurá, Juruá, Purus, Tapajós, Branco, Jari e Trombetas. O maior rio que compõe a bacia amazônica é o rio Amazonas.
No Brasil, são banhados pela bacia os estados do Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre, Mato Grosso e Amapá. Fora do Brasil, a bacia banha vários países da América do Sul, entre eles, Peru, Colômbia e Equador. Os afluentes do rio Amazonas nascem, em sua maioria, nos escudos dos planaltos das Guianas e Brasileiros na Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia, possuindo, assim, o maior potencial hidrelétrico disponível do país.
A Bacia Amazônica se encontra estabelecida na planície Amazônica, portanto o relevo é plano, condição essa que permite que quase todos os rios que integram a bacia, inclusive o Amazonas, sejam navegáveis.
Um dos fenômenos que acontecem nesse local é a pororoca. Ela, nada mais é, do que o encontro das águas do rio com as águas do oceano, que formam ondas enormes. Essas ondas causam enchentes que derrubam árvores e destroem o que tiver na frente. Recentemente, o fenômeno tem atraído praticantes de surf, transformando-se numa atração turística regional amazônica.
Outro fenômeno é o fenômeno das terras caídas. Este, é formado pelo desprendimento das terras de sua margem, levando-as para outros lugares. Este fenômeno é melhor observado na região amazônica especialmente no rio Madeira, devido a velocidade de sua correnteza, este proporciona o melhor local de estudo para este fenômeno.
Uma boa reportagem sobre esse fenômeno está inserida no link a seguir:
http://www.youtube.com/watch?v=DAmvbboraxo
http://www.youtube.com/watch?v=DAmvbboraxo
Fontes:
Postado por: Flávia e Pamela
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